Este blog foi criado como parte da avaliação da disciplina Informação em Mídias digitais do Curso de Biblioteconomia da UFRGS, e destina-se a comentar e apresentar informações referentes a mídias digitais, nas Ciências da Informação.



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sexta-feira, 2 de julho de 2010

MUNDO DIGITAL: COMO IGNORAR ESSA VERDADE?




Neste semestre tivemos a oportunidade de refletir sobre as várias mídias digitais e a forma como os bibliotecários podem se valer delas para melhor desempenho de sua função que nada mais é do que mediador e facilitador do acesso a informação.
Vimos que os blogs e as redes sociais são de fundamental importância na relação do bibliotecário com seu usuário. Podem ser usados para que a relação que deve existir entre o bibliotecário e o usuário seja mais próxima. As novidades oferecidas pela biblioteca são facilmente divulgadas pelas redes sociais.
Os jornais digitais são também uma ferramenta muito importante na informação, e de uma forma muito dinâmica podemos obter através deles dados fundamentais em pesquisas.
Os vídeos e as fotografias tornam-se ferramentas fundamentais para a informação, e com a facilidade da internet, a disponibilização através de bancos de imagens e repositórios, são rapidamente recuperados e utilizados.
Nesse raciocínio podemos perceber que o mundo digital é uma realidade cada vez mais presente nas nossas vidas e não há como reverter esse processo. Cada vez mais se faz necessário que o bibliotecário enquanto profissional da informação esteja sempre atento as novidades procurando de uma forma ou de outra, colocar sua biblioteca conectada com toda a tecnologia que pode facilitar a relação usuário-biblioteca.

terça-feira, 29 de junho de 2010

JORNAIS DIGITAIS

Essa é a imagem mais comum:jornais na forma digital convivendo com jornais impressos.



A sociedade moderna cada vez mais nos “empurra” para o mundo digital. Os jornais, tão conhecidos nossos na forma impressa, hoje já estão quase na sua totalidade, disponíveis também na forma digital.
Os sites de notícias cada vez são mais visitados. Esses jornais disponibilizados na forma digital possibilitam uma maior agilidade no acesso a informação.
De uma forma prática, acesso o meu jornal favorito, leio o conteúdo que interessa e posso também “guardar” algum conteúdo para posterior pesquisa.
Além disso, há também a visão ecológica. Jornais impressos implicam em utilização do papel. Jornais digitais não utilizam papel, colaborando assim com um mundo mais sustentável.
Com isto surge a necessidade de uma nova forma de jornalismo. Os jornais digitais reúnem características de varias mídias, que devem ser rapidamente entendidas pelos profissionais do jornalismo.
Com certeza os jornais impressos não irão desaparecer, pois algumas particularidades da versão impressa agradam a muitas pessoas. Muitos gostam de carregar o seu jornal para todos os lugares, lendo aos poucos as notícias, e até dias depois de serem publicadas. Até essa alternativa seria resolvida pelos ebooks, mas essa tecnologia ainda encontra muita resistência por parte da sociedade.
Tudo isso leva a uma certeza: por muito tempo ainda teremos a convivência da versão digital com a versão impressa, pois uma versão pode auxiliar a outra.




Referência:

MANTA, André. Guia do Jornalismo na Internet. Disponível em . Acesso em 29 jun. 2010.

domingo, 30 de maio de 2010

AVALIAÇÃO DE BLOGS


Diante da diversidade de informações disponibilizada na Internet, torna-se necessário que se criem ferramentas de verificação de confiabilidade e segurança das informações que encontramos. Os blogs, devido a sua facilidade de utilização tornaram-se instrumentos largamente utilizados na disseminação da informação. Torna-se então necessário que essa variedade de informações seja analisada e filtrada, para melhor utilização.
Para tanto devemos criar alguns critérios de avaliação da qualidade das informações contidas nos blogs, face ao imenso universo da internet e uma grande desordenamento no fornecimento de informações.
Algumas questões são fundamentais nessa avaliação do blog. Podemos avaliar um blog através de alguns questionamentos:
1. Quem é e quais são as qualificações do proprietário (autor) do blog?
2. Como podemos verificar a exatidão das informações sobre o proprietário do blog?
3. Qual a freqüência e atualidade das informações disponibilizadas?
4. Qual seu conteúdo?
5. O conteúdo é organizado de forma clara e seu desenho facilita a navegabilidade?
6. Qual seu objetivo? Pode ser influenciado através de patrocínio?
7. A precisão das informações é confirmada por referencias?
8. O autor utiliza uma ortografia e gramática corretas?
9. O conteúdo é organizado de forma clara e seu desenho facilita a navegabilidade?
10. Quem é seu publico e seu conteúdo contempla uma identificação com essas pessoas?

ALVIM, Luisa. A Avaliação da Qualidade de Blogues, Portugal. Disponível em:< http://badinfo.apbad.pt/Congresso9/COM105.pdf> Acesso em 30 jun. 2010.

sábado, 27 de março de 2010

FONTES DE INFORMAÇÃO

Uma fonte de informação é todo o material, original ou elaborado, que produza informações que possibilitem um conhecimento.
A Internet tornou-se um amplo campo de pesquisa, pois cada vez mais as informações são depositadas no ambiente virtual. A rapidez com que a informação circula na rede, a interatividade, o hipertexto, caracteriza a Internet como um importante sistema de disseminação da informação. A internet propriamente dita não pode ser considerada uma fonte de informação, mas pode disponibilizar vários tipos de fontes, e por isso é de grande importância no momento da realização de pesquisas.

“[ . . . ] todos aqueles instrumentos e recursos que servem para satisfazer as necessidades informativas de qualquer pessoa, tenham ou não sido criados com esta finalidade e sejam utilizados diretamente [pela pessoa] ou por um profissional da informação como intermediário.” (VILLASEÑOR RODRIGUES, 1998 , p.30)

“As fontes de informação utilitárias mais usadas pelas pessoas são os contatos pessoais, representados pelos relacionamentos entre amigos, vizinhos e parentes. As pessoas, geralmente, se encontram; conversam e pedem conselhos aos conhecidos mais próximos, já que a lei do menor esforço funciona especialmente neste caso, isto é, as pessoas sempre preferem fontes que estejam facilmente disponíveis e que sejam simples de serem utilizadas, características típicas da comunicação oral.”(CAMPELLO, 1998, p. 39)

Referências:
CAMPELLO, Bernadete Santos. Fontes de informação utilitária em bibliotecas públicas. Revista de Biblioteconomia de Brasilia, Brasilia, v. 22, n. 1, jan./jun. 1998, p. 35-46.

VILLASEÑOR RODRIGUEZ, Isabel. Los instrumentos para la recuperación de La información: las fuentes. In: TORRES RAMIREZ, Isabel de. Las Fuentes de información: estudos teórico-praticos. Madrid: Sínteses, 1998. p. 29-37.