Este blog foi criado como parte da avaliação da disciplina Informação em Mídias digitais do Curso de Biblioteconomia da UFRGS, e destina-se a comentar e apresentar informações referentes a mídias digitais, nas Ciências da Informação.



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segunda-feira, 21 de junho de 2010

BANCO DE IMAGENS








esta imagem foi obtida no site http://www.bancodeimagem.com.br/interna_final.php?fot_id=2404

Definir imagem: uma tarefa bem complexa, devido à subjetividade que as imagens nos trazem. Como diz um conhecido provérbio: UMA IMAGEM VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS.
Se usarmos a forma abstrata da definição veremos que imagem é o “suporte que usamos para trocar informações”. Mas se olhamos a definição de forma concreta, sob o ponto de vista da ótica, vemos que a “imagem é um conjunto de pontos que convergem num plano”.
No mundo moderno, cada vez mais a imagem é usada. De forma digital, existe a facilidade de obtenção de imagens, através de bancos que fornecem imagens, de forma livre, ou através de bancos controlados, que fornecem a obtenção de imagens mediante pagamento.
Em muitos casos as imagens são protegidas pela lei do direito autoral. Nesse caso, as imagens só podem ser obtidas através da liberação do detentor dos direitos, através de pagamento, ou cessão de direitos, envolvendo autorização expressa para divulgação.
Na Web encontramos vários bancos que fornecem de forma gratuita as mais variadas imagens, em qualquer área do conhecimento.

BARBIERI, Cristina Correia Dias; INNARELLI, Humberto Celeste; MARTINS, Neire do Rossio. Gerenciamento eletrônico de documentos: criação de um banco de informações e imagens no Arquivo Permanente da UNICAMP. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE ARQUIVOS BIBLIOTECAS CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO E MUSEUS,1.,2002. Textos... São Paulo: Imprensa Oficial, 2002. p.53-66.

Definição de imagem disponível em:http://www.cbpf.br/~mpa/image.htm
acesso em 21 jun. 2010.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

FOTOGRAFIA


A fotografia, desde os primórdios de 1826, com Niepce, sempre exerceu um fascínio no homem, pois possibilita o registro de uma determinada cena.
Revendo fotografias, vivemos novamente momentos que estavam no passado, e segundo Barthes, “a fotografia não fala, mas invariavelmente nos remete a recordações, ou quando essas não existem, nos dizem que aquilo realmente aconteceu”.
Segundo Benjamin as fotografias “sugam a aura da realidade como uma bomba suga a água de um navio que afunda”. E realmente em algumas fotos que vemos, pareçemos perceber algo mais que uma simples fotografia. Um olhar, uma maneira de se posicionar, parecem “dizer algo” mesmo que esse momento tenha sido vivido a muito tempo atrás.
Segundo Oliveira, a fotografia analógica, desde seu surgimento muito pouco evoluiu, mantendo-se por aproximadamente 100 anos com os mesmos princípios óticos e formatos, reinando absoluta.
A digitalização de imagens surgiu mudando paradigmas no mundo da fotografia, minimizando custos, reduzindo etapas, acelerando processos e facilitando a produção, manipulação, armazenamento e transmissão de imagens pelo mundo.




BARTHES, Roland. A Câmara clara: nota sobre a fotografia. Rio de janeiro, RJ: Editora Nova Fronteira, 1984.

BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas – Magia e Técnica, arte e Política. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1987, p. 91-105.

OLIVEIRA, Erivam Morais de. Da fotografia analógica à ascensão da fotografia Digital. Disponível em: < http://moodleinstitucional.ufrgs.br/mod/resource/view.php?id=67153>. Acesso em: 09 jun. 2010.